A tecnologia tem, nos tempos que correm, um papel muito relevante no seio da pedagogia, daí a selecção deste título para classificar o meu blog.

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Quarta-feira, 19 de Julho de 2006

As webquets: um instrumento pedagógico: flexível e inovador

     No dia 4 de Julho, assisti a uma defesa de Tese de Mestrado em educação, subordinada ao tema “ As webquests na sala de aula de Matemática”

Considero que foi mais um contributo substancial para a minha formação e para a minha bagagem de conhecimentos sobre as webquets e as potencialidades.

A webquest construída pela Mestranda em causa propunha um desafio constante, pois era recheada de enigmas e, por conseguinte, teria que ser resolvida passo a passo.

        Achei curioso o facto de ela apelar a uma personagem do universo cinematográfico dos alunos, o Harry Potter, para os auxiliar aquando percurso “webquestiano”. Assim sendo, o desafio provocado pelos enigmas, aliado às aventuras do Harry Potter, serviu para inspirar e, de certa forma, motivar os alunos.

Percebi, pelas conclusões da Mestranda, que quando há uma narrativa ficcional em torno de uma personagem, com a qual eles se identificam, a tarefa pode ser mais envolvente. Por exemplo, neste caso, o factor motivacional estava sem dúvida centrado no Harry Potter.

Por tudo isto, somos levados a crer que as webquets constituem um instrumento precioso, dedicado à construção orientada de conhecimentos, sendo um método consistente de aprendizagem, que mobiliza conhecimentos de índole diversa, atitudes e posições face a aprendizagem e à pesquisa.

Uma das críticas que o júri apontou a esta Mestranda foi o facto de só enumerar potencialidades, descurando as fragilidades deste instrumento.

 

Eis algumas fragilidades das webquests:

 

- A Webquest, resolvida em díades, (o que foi o caso) pode contribuir, a meu ver, para camuflar as dificuldades dos alunos que menos pesquisaram e se envolveram;

- A insuficiência das fontes, pode comprometer a missão da(s) tarefa (as) proposta(s);

- A construção personalizada de uma Webquest, sem qualquer conhecimento aprofundado da sua estrutura e organização, pode aniquilar o desenvolvimento do percurso;

- O aspecto organizativo e gráfico devem ser analisados, sob pena de poderem constituir alguma distracção para os alunos;

        - A não contextualização das tarefas podem inviabilizar o processo de construção dos conhecimentos.

                                               (…)

- A Webquest deve ser adequada ao grupo turma e não a alguns elementos mais perspicazes na resolução de enigmas.

                                                           (…)

 

        Nota: Para aprofundarem mais conhecimentos sobre as Webquests, pesquisem: .http://webquest.futuro.usp.br/

.http://www.portoeditora.pt/bdigital/pdf/risco/RISCO_3_07.pdf

 

 

 

 

 

sinto-me: "webquestiana"

publicado por supersusana às 14:08

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