A tecnologia tem, nos tempos que correm, um papel muito relevante no seio da pedagogia, daí a selecção deste título para classificar o meu blog.

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Quinta-feira, 20 de Abril de 2006

Olá Supercolegas!

Não resisti em partilhar convosco algumas reflexões sobre a acção de formação que frequentei no âmbito das novas tecnologias.

Assim, tal como haviam anunciado no penúltimo dia de aulas de Tecnologia, nós ( eu, a Margarida e a Joana) fomos à acção de formação promovida pela Biblioteca Lúcio Craveira da Silva, onde tivemos a oportunidade de assistir a uma vídeo-conferência em directo para o Brasil.

Movidas pela curiosidade e pela vontade de aprender mais sobre esta área, que exige uma constante e sistemática actualização, nós  estávamos, inicialmente, com bastantes expectativas, no entanto, aquando da emissão da vídeo-conferência verificaram-se alguns distúrbios alusivos às ligações entre os dois países, inviabilizando parte  do conteúdo que pretendiam passar. Apesar desse inconveniente, foi-nos possível perceber o trabalho precioso que os brasileiros estão a desenvolver em prol do alargamento das competências dos adultos (jovens e idosos) no que  concerne à informática, destacando-se o curioso "Blog da Vovó".

Esta iniciativa é um exemplo a seguir. Portugal necessita de promover actividades desta envergadura, principalmente,  mais direccionadas para o público da terceira idade.

Nesta acção de formação, foi ainda possível contemplar as várias actividades, levadas a cabo por uma turma do 9.ºano, cujo o seu projecto visava incentivar a escrita através da adesão à vertente tecnológica. A nosso ver,  esta estratégia de promoção da escrita, para crianças em fase de iniciação,  pode ser muito profícua, pois  a vertente lúdica subjacente à informática pode potenciar a curiosidade para  desenvolver a escrita para o resto da vida.

Fazendo um balanço do produto final desta acção de formação, podemos considerar que foi útil constatar "in loco" o processamento da vídeo-conferência e das actividades que podem ser despoletadas no âmbito das tecnologias de informação. Além disso, serviu para reflectirmos sobre o contributo que elas podem exercer no seio da comunidade educativa.

Deste modo, a escola necessita de garantir mais oportunidades ao público adulto, levando-o a encetar aprendizagens virtuais, capazes de validarem as competências que lhes são requeridas nos vários domínios da sua vida.

Se o direito à educação e à cultura é  um bem essencial, cabe-nos a todos torná-lo exequível. Por isso, é fundamental reconhecermos que esta área à qual nos reportamos desempenha um papel fundamental, pelos potenciais que integra, daí que  não se deva negligenciar as suas funções: profissional, social e educativa que, se forem devidamente desenvolvidas, podem ajudar o homem a ultrapassar as suas limitações quotidianas.

Em suma, a educação revela, neste domínio, um papel decisivo, na medida em que faculta aos indivíduos várias competências que lhes permitirão fazer face aos desafios que a sociedade contemporânea exige.

Lanço-Vos aqui um desafio: Vamos todos colaborar para a expansão das competências dos nossos concidadãos, pois "um desejo de anão potencia em si um passo de um gingante".


publicado por supersusana às 17:59

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1 comentário:
De superlinda a 22 de Abril de 2006 às 00:13
Olá, Supersusana!
Tive pena de não poder ir convosco e partilhar da vossa experiência. Apesar do contributo que as novas tecnologias proporcionam, no sentido de aproximar os povos dos vários cantos do mundo, às vezes o mesmo sistema também nos "prega partidas", e ficamos desolados.
O que interessa nestas experiências é que a aprendizagem feita contribua para alargar os nossos horizontes, em todas as vertentes.
Estou plenamente de acordo contigo quanto à obrigação que a Escola tem de potenciar e desenvolver as competências ao nível das novas tecnologias. As nossas escolas estão minimamente apetrechadas para que isso seja possível. É necessário investir numa formação séria de professores para que depois se passe à acção. Não faz sentido uma escola ter muitos computadores e metade deles estarem avariados ou só meia dúzia de professores saibam realmente tirar partido das potencialidades que as novas tecnologias proporcionam.
Temos uma cota parte dessa responsabilidade: ou potenciamos o desenvolvimento, se investirmos com persistência, ou o travamos, se o ignorarmos e nos desleixarmos.
Temos de ir à luta para construirmos uma escola com mais qualidade.
Beijinhos. Vai dando notícias.
Ermelinda


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