A tecnologia tem, nos tempos que correm, um papel muito relevante no seio da pedagogia, daí a selecção deste título para classificar o meu blog.

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Domingo, 23 de Julho de 2006

Reflexão crítica acerca do meu percurso formativo

 

Estamos na recta final de mais um manancial de formação que levamos connosco para onde quer que vamos.   

O meu portefólio (com 20 posts) é assim uma espécie de bagagem on-line que transporto e que partilho com os meus colegas, contemplando um leque de trabalhos de índole diversificada, resultante da minha construção pessoal e da mobilização de conhecimentos, que efectuei aquando deste percurso de formação tecnológica.

         As temáticas que integram o presente trabalho fazem apologia da “Tecnologia ao Serviço da Educação”. Seleccionei este título e a abordagem dos trabalhos que nele constam, porque eles reenviam-me para elementos que corporizam, em parte, as minhas reais preocupações face às metodologias absoletas encetadas pelos pedagogos, as quais teimam em  resistir às TIC, não reconhecendo o seu verdadeiro potencial ao serviço de uma renovação do ensino,  cada vez mais  arrojada e esmerada.

Estou, de facto, satisfeita por ter conseguido chegar até aqui, apesar dos pequenos desaires que se desenharam ao logo do meu percurso. Julgo que todas as dificuldades são bem vindas, pois é com elas que nós lidamos com mais afinco para as resolver, fazendo uma reflexão pessoal e construtiva das nossas aprendizagens, por forma a superá-las. Considero que lido melhor com os pontos fracos do que com os fortes, pois aqueles atingem-me e, por conseguinte, eu tenho necessidade de aprofundar, de pesquisar para transpor os obstáculos criados por eles. Estes desaires foram, também,  superados com muita investigação e uma boa dose de paciência da Superprofessora e dos supercolegas, dado que trabalhamos tanto em regime individual como cooperativo.

Esta disciplina foi aquela que me conferiu mais sentido no percurso desta minha formação, pois eu sentia que precisava de me actualizar tecnologicamente. Até já tinha pensava em inscrever-me num curso de formação tecnológica. Esta cadeira que era facultativa, tornou-se uma mais valia para o nosso investimento profissional e pessoal. Só foi de lamentar o facto de não podermos ter mais aulas.

Não quero terminar, sem antes agradecer a relação pedagógica da Superprofessora, que se pautou pela disponibilidade, pela forma de tratamento e pela  abertura e,  ainda, quero agradecer a cooperação,  o entusiasmo e amizade dos Supercolegas.

 

Por tudo isto, lanço aqui um desafio,  que deve ser partilhado por todos, o qual consiste em continuarmos a manter este contacto distanciado, para podermos falar sobre as nossas ânsias e angústias face ao ensino e, por exemplo, face à Tese de Mestrado. Considero que este confronto de opiniões poderia ser profícuo não só para a nossa amizade, mas também para a nossa formação enquanto cidadãos e professores de uma sociedade democrática e exigente, recheada de mutações, que urge acompanhar, para não perder o “comboio” das actualizações e para podermos ascender à “carruagem ideal” da classe conhecimento vigoroso e sadio.

Um grande Beijinho para todos! (Isto não é para constar, mas não resisti…)

 Nas aulas de Tecnologia e Multimédia

Apreendemos bem toda a matéria

Construímos conhecimentos pertinentes

E, que ao longo da vida, estarão presentes.

                           

                           

sinto-me: bem. Missão cumprida!

publicado por supersusana às 20:00

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Quinta-feira, 20 de Julho de 2006

Potencialidades e Fragilidadesde um Portefólio

 

v Potencialidades de um Portefólio:

 

-Despoleta o sentido de actividade e criatividade do aluno, não o considerando como agente passivo das suas aprendizagens.

-Centra-se numa concepção construtivista e promove a interactividade e o sentido de cooperação;

-Os registos de avaliação preconizados por este documento servem para promover a reflexão sobre as práticas de avaliação;

- Permite avaliar competências, atitudes, valores e posições face ao percurso desenhado;

- Faculta um leque de trabalhos que dão azo à avaliação de processos e produtos;

- É dotado de polivalência e flexibilidade;

-Reflecte os contextos práticos de ensino/aprendizagem.

-Traduz um vínculo entre a avaliação teórica  e a prática formativa.

(…)

 v    Fragilidades de um portefólio:

 

-Como elemento único de avaliação é, provavelmente, redutor, na medida em que dá azo a uma flexibilidade de produções pessoais que ficam ao critério de cada um;

- A flexibilidade e a polivalência pode traduzir-se em alguma desorientação e falta de estruturação;

- Será desprovido da sua autenticidade, se não contemplar reflexões pessoais e questionamentos construtivos;

- Não é possível avaliar todas as competências desenvolvidas por um aluno a partir deste instrumento;

- A validade das descrições e explanações pode ser posta em causa

- Pode não traduzir fielmente os esforços que foram empreendidos para aperfeiçoar os trabalhos.

                                                                   (…)

 

Com base em: FERNANDES, Carla &Miranda, Filipa Bizarro (2003). Portefólio: Uma escola de Competências. Porto Editora, Lda.

                     

 

sinto-me: Sinto-me bem.

publicado por supersusana às 22:42

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Quarta-feira, 19 de Julho de 2006

Portefólio Digital: um percurso de formação muito original

                 

    O portefólio obedece a determinados atributos que o distanciam de um mero dossiê, a saber:

 

        *É um documento pessoal constituído pelas produções pedagógicas mais significativas e diversificadas, bem como por outros instrumentos pessoais e colectivos de reflexão, sobre as aprendizagens realizadas e as competências adquiridas ao longo de um percurso de formação.

           *É instrumento pedagógico de carácter pouco formal, que concilia, neste caso, duas vertentes: a tecnológica e a pedagógica.

         *A sua organização é negociada entre o professor e o grupo de trabalho, e varia consoante a natureza do projecto e a especificidade da sua acção.

          *Exige um trabalho de análise e reflexão crítica dos materiais produzidos, tendo em vista os objectivos do portefólio.

        *Permite desenvolver a metacognição, a autonomia e a responsabilidade partilhada pelo professor e alunos.

           *A sua utilidade pragmática consubstancia-se na sistematização de um processo de formação ( evidenciando os esforços empreendidos, os avanços manifestados e as dificuldades superadas, e constitui-se como um objecto de avaliação (formativa e sumativa), de forma a fazer um balanço sobre o fio condutor das aprendizagens e a sua coerência.

          *A dimensão reflexiva é aquela que mais distingue o portefólio do dossier.

 

 

 

sinto-me:

publicado por supersusana às 21:30

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ESPAÇO LUDO-ESCRITA

 

 Supercolegas:

 

Não hesitem em dar uma espreitadela ao espaço dos meus meninos, subordinado ao tema: "Ludo - Escrita".

Eis o link do Blog, para vocês poderem apreciar as produções escritas pelos meus alunos: http://ludoescrita.blogs.sapo.pt/

         Ah! Consultem no  arquivo de Julho, pois aparecerão todas as produções dos alunos.

Eles estão felizes por terem realizado este trabalho, mas eu estou orgulhosa de ter alunos motivados e interessados, apesar das míseras condições que a escola pode oferecer ao nível das TIC. De realçar que as produções, realizadas na aula de Língua Portuguesa, foram processadas em Área de Projecto;  eu, apenas,  dei uns retoques à parte gráfica. Foi trabalhoso, mas é um espaço que dignifica a motivação dos meus alunos e projecta a Escola para ambições mais desmedidas na promoção das TIC, aliada  à ESCRITA.

 

sinto-me: orgulhosa.

publicado por supersusana às 14:32

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As webquets: um instrumento pedagógico: flexível e inovador

     No dia 4 de Julho, assisti a uma defesa de Tese de Mestrado em educação, subordinada ao tema “ As webquests na sala de aula de Matemática”

Considero que foi mais um contributo substancial para a minha formação e para a minha bagagem de conhecimentos sobre as webquets e as potencialidades.

A webquest construída pela Mestranda em causa propunha um desafio constante, pois era recheada de enigmas e, por conseguinte, teria que ser resolvida passo a passo.

        Achei curioso o facto de ela apelar a uma personagem do universo cinematográfico dos alunos, o Harry Potter, para os auxiliar aquando percurso “webquestiano”. Assim sendo, o desafio provocado pelos enigmas, aliado às aventuras do Harry Potter, serviu para inspirar e, de certa forma, motivar os alunos.

Percebi, pelas conclusões da Mestranda, que quando há uma narrativa ficcional em torno de uma personagem, com a qual eles se identificam, a tarefa pode ser mais envolvente. Por exemplo, neste caso, o factor motivacional estava sem dúvida centrado no Harry Potter.

Por tudo isto, somos levados a crer que as webquets constituem um instrumento precioso, dedicado à construção orientada de conhecimentos, sendo um método consistente de aprendizagem, que mobiliza conhecimentos de índole diversa, atitudes e posições face a aprendizagem e à pesquisa.

Uma das críticas que o júri apontou a esta Mestranda foi o facto de só enumerar potencialidades, descurando as fragilidades deste instrumento.

 

Eis algumas fragilidades das webquests:

 

- A Webquest, resolvida em díades, (o que foi o caso) pode contribuir, a meu ver, para camuflar as dificuldades dos alunos que menos pesquisaram e se envolveram;

- A insuficiência das fontes, pode comprometer a missão da(s) tarefa (as) proposta(s);

- A construção personalizada de uma Webquest, sem qualquer conhecimento aprofundado da sua estrutura e organização, pode aniquilar o desenvolvimento do percurso;

- O aspecto organizativo e gráfico devem ser analisados, sob pena de poderem constituir alguma distracção para os alunos;

        - A não contextualização das tarefas podem inviabilizar o processo de construção dos conhecimentos.

                                               (…)

- A Webquest deve ser adequada ao grupo turma e não a alguns elementos mais perspicazes na resolução de enigmas.

                                                           (…)

 

        Nota: Para aprofundarem mais conhecimentos sobre as Webquests, pesquisem: .http://webquest.futuro.usp.br/

.http://www.portoeditora.pt/bdigital/pdf/risco/RISCO_3_07.pdf

 

 

 

 

 

sinto-me: "webquestiana"

publicado por supersusana às 14:08

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Segunda-feira, 17 de Julho de 2006

A resistência do Professor é um dos aspectos negativos que pode amputar o uso das Novas Tecnologias

 

 

 

         Abraçar as TIC é compreender que o seu uso efectivo pode acarretar um desafio para os Professores que ousarem resistir à inércia e ao conformismo.

         Caminhamos para horizontes educacionais que se pautam por um carácter sólido de constante inovação, investigação e construção de aprendizagens, as quais remetem para a escola da vida, da cidadania e da autonomia.

         É certo que o défice de computadores nas escolas, pode contribuir para o acréscimo do desinteresse pelas TIC, embora isto não seja um real motivo para quem manifesta avidez pela actualização dos seus conhecimentos.

         Deste modo, negligenciar o uso das TIC, é pôr em causa o acompanhamento da evolução e assumir uma atitude de “Velho do Restelo”, pouco receptivo às aventuras que as ferramentas tecnológicas podem fomentar.

         Considero que os professores têm de ser apologistas destas ferramentas, porquanto elas evidenciam um papel mais transformista e apelativo, e por conseguinte, exercem um contributo substancial para a promoção do ensino/aprendizagem, que pode correr o risco de se deteriorar se não houver momentos de reflexão e formação, que permitam mudar mentalidades e alterar hábitos conservadores.

         Julgo que esta formação faria bem a muitos professores, pois temos provocado momentos de grande reflexão, despoletando o senso crítico e um supervisionamento mais penetrante das nossas práticas e das nossas concepções face ao ensino.

         A meu ver, a desconfiança face às TIC, advém do facto dos professores considerarem que a sua frequente utilização têm contribuído para corromper os hábitos de leitura e escrita dos alunos. Para contrastar, tenho o BLOG dos meus meninos, subordinado ao tema: “A ludo-escrita”. Vejam o Link que eu vou disponibilizar neste blog e no moodle.

         Deixo aqui um apelo a todos os professores que manifestam alguma resistência às Novas Tecnologias:

- Senhores Professores, não deixem de explicar aos vossos alunos que tal como o código oral apresenta diferenças face ao escrito, também subsistem disparidades entre estes códigos e o código tecnológico.         É necessário que os alunos reconheçam que se tratam de contextos diferentes, aos quais eles têm que saber adequar os registos que efectuam.

Benedito ( 2002:10) advoga, a este propósito, que aquele que pratica este último código não é português naquele contexto, mas sim “internautês” ou “cibernautês”. Então, significa que a maioria dos portugueses tem três nacionalidades, duas das quais eles desconhecem. (risos)

 Professores, não sejam muito resistentes

As tecnologias apresentam ferramentas consistentes.

E se querem crianças ávidas de sabedoria,

 Vejam naqueles recursos uma substancial garantia.

 

 

sinto-me: ofegante

publicado por supersusana às 22:00

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Domingo, 16 de Julho de 2006

O recurso dos professores às TIC não é futurologia, mas sim uma imposição da pedagogia!

 

A apropriação das TIC terá, com o avançar do tempo, um impacto cada vez mais crescente.

         Apesar de muitos professores, ainda hoje, não dominarem as TIC, elas terão sempre um carácter mais utilitário para eles e para os seus alunos.

         Cabe a todos os professores que, por diversas razões, rejeitam as TIC, conferirem mais sentido a esta área tecnológica que está muito em voga,  pois é através dela que, num futuro próximo, o computador e as suas funcionalidades tecnológicas permitirão o acesso a uma pluralidade de serviços.

         É indiscutível que o acesso (ponderado e cauteloso) às TIC, é capaz de potenciar práticas pedagógicas mais inovadoras e interessantes, na medida em que permitem abolir com hábitos pedagógicos padronizados de: leitura, escrita e compreensão textual e gramatical. O conservadorismo metodológico instalado,  proveniente destas práticas pedagógicas  enraizadas e sustentadas por manuais, não dá margem para enveredar por práticas alusivas á tecnologia. Por outro lado, o uso daqueles instrumentos reguladores não dá azo à conciliação das TIC com outros recursos que possam renovar estratégias de ensino/aprendizagem autênticos e rentáveis.

         As TIC estão, ao contrário do que alguns defendem, ao serviço da renovação da competência linguística, senão vejamos os seus atributos no que concerne a esta modalidade comunicativa:

        

         - Fomentam o gosto pela investigação de índole diversa;

         - Têm o dom de abolir com recursos padronizados e enfadonhos;

         -Promovem a correcção ortográfica e o recurso a sinónimos, através do processador de texto;

         - Permitem desenvolver a competência oral e escrita através do recurso aos fóruns on-line, aos chats e aos e-mails;

         -Dão azo à comparação, modificação  e análise de versões textuais diferenciadas.

                                               (…)

 

         As TIC não são futurologia,

         E para comprovar isso,

         Não precisamos de qualquer magia,

         Pois a realidade tem ditado o seu.

        Carácter utilitário em prol da pedagogia.

sinto-me: exausta por causa do calor.

publicado por supersusana às 22:15

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Sábado, 1 de Julho de 2006

A caça ao tesouro: uma descoberta recheada de novos desafios!

             

               

                                       0000ddgf

 

           Este esquema elucida bem o processo de uma caça ao tesouro. O esquema assemelha-se a um chapéu, em que a “big question”, colocada no cimo do chapéu adquire uma função aglutinadora ao despoletar a descoberta para as questões de índole mais específica, convertendo-se, deste modo, num jogo lúdico e motivador até chegar ao tesouro, o qual engloba as informações que o caçador pretende buscar. A base do chapéu simboliza a consistência e a ampliação das aprendizagens efectuadas aquando do percurso virtual realizado pelo caçador do tesouro.

Esta actividade aqui representada reúne um potencial inigualável na promoção do ensino, sendo consentâneo com as motivações reais dos nossos alunos, pois permite que estes façam uma busca estruturada, sequencial e orientada das informações que pretendem, evitando a dispersão, a deriva e o desânimo aquando do manuseamento das tecnologias ou da investigação, aliando esta componente à ludicidade que é inerente à tarefa em questão.
É, portanto, uma actividade orientada, mas com um certo grau de flexibilidade, na medida em que permite que os caçadores dêem um sentido global às pesquisas que encetarem.
sinto-me:

publicado por supersusana às 15:53

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Segunda-feira, 19 de Junho de 2006

A renovação do ensino passa pela introdução da tecnologia e multimédia na educação!

 

      A caça ao tesouro é de facto uma ferramenta que coloca desafios estimulantes, só é de lamentar quando os professores não aderem a estas actividades, por considerarem que não vale a pena.

     O professor que aderir a esta nova forma de descoberta dos conhecimentos, está a caminhar para a renovação do ensino/aprendizagem, potenciando uma pluralidade de competências aos seus alunos.

     Estes dias, em conversa com uma colega, tomei conhecimento que ela estava a fazer uma formação (por créditos) em Tecnologias e Multimédia, e fiquei triste, para não dizer indignada,  quando ela me disse que as Caças ao Tesouro e as Webquests são uma "fantochada", acrescentando que ninguém iria aderir a essas ferramentas, muito menos ela.

    De facto, esta colega não está a ser sensata, pois não percebe que a renovação do ensino passa por estas actividades enriquecedoras,  através das quais os  alunos  são capazes de  se motivarem, na medida em que há uma conciliação de recursos pedagógicos com programas multimédia, tornando esta forma de aprendizagem mais apelativa e motivadora.

       Assim sendo,  mais do que reconhecer que ela estava errada, tentei elucidá-la acerca das vantagens da caça ao tesouro e da webquest.

       Então, fi-la compreender que  estes recursos  permitem que o aluno seja um construtor activo do seu conhecimento, centrando-se num método de ensino que apela à descoberta e ao construtivismo.  Aquando da execução destas tarefas, o aluno será capaz de ampliar os seus conhecimentos, sem quaisquer resquícios de entediamento, visto que a pesquisa é orientada e, por conseguinte, o aluno não se sente tão à deriva, porque as actividades estão estruturadas de tal forma que  norteiam o rumo da sua aventura.

     Na caça ao tesouro e na Webquest

          Há uma descoberta  constante,

               E se quer cativar os seus alunos,

                  O professor deve estimulá-las a cada instante!

                                                               

 

sinto-me: Triste, mas motivada.

publicado por supersusana às 21:29

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Sábado, 17 de Junho de 2006

MOODLE: uma comunicação em ambiente virtual, susceptível de gerar fontes de interesse!

 

De acordo com alguns cibernautas, a palavra moodle advém da informação que contém o seguinte acróstico:

 

Modular

Object

Oriented

Dynamic

Learning

Environement

 

O Moodle consiste na criação de uma comunidade de comunicadores on-line, que se encontram num ambiente virtual, onde se geram discussões virtuais em torno de actividades de vários âmbitos, nomeadamente: educacionais e empresariais, com tendências para se repercutir para outros ramos.

O Moodle visa, deste modo, uma aprendizagem de índole cooperativa, conciliando programas educativos e fontes de interesse que despertam para a criatividade.

De realçar que este instrumento tecnológico é passível de ser actualizado, sendo provável a inclusão de outras modalidades que possam convergir para a sua apelação e funcionalidade.

Além disso, é versátil, pois facilita o acesso a uma pluralidade de aplicações pedagógicas.

sinto-me: contactável.

publicado por supersusana às 18:23

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